“Infância e saberes originários é igual a respeito que atravessa gerações.”

Aprender que a terra tem memória. Que o rio não é só água – é casa, é caminho, é história!

Nossa vivência começou com uma proposta simples e profunda: canoas, pescaria simbólica e muita imaginação. Mas, dentro dela, colocamos o respeito por povos que há milênios ensinam o mundo a pescar sem esgotar, a remar em coletivo, a ouvir o vento e a agradecer cada peixe.

As crianças do MG II A, não apenas brincaram. Elas vivenciaram saberes originários:
Construíram canoas com o corpo e com objetos.
Lançaram varas invisíveis e pescaram histórias.
Cuidaram do espaço como quem cuida de um território ao qual se é pertencente.

Valorizar os povos originários desde a infância é semear respeito e pertencimento. É ensinar que eles não estão no passado – estão aqui, agora, resistindo e produzindo cultura.

Aprender com eles é aprender a cuidar da natureza, da coletividade e das raízes que formam o Brasil e apreciar a ancestralidade milenar.

Quando uma criança rema numa canoa de faz de conta, ela está navegando por séculos de sabedoria.

 

“Em casa, que tal construir uma canoa de papelão ou tecido?
Convide seu filho para remar junto com você, enquanto contam uma história de respeito ao rio e aos peixes. 

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