Cacau que acolhe…………conta e traz histórias, afetos e perguntas à mesa!!!

Uma investigação cultural e humanizada:
Os bebês e crianças viraram pequenas pesquisadoras: observaram, tocaram, cheiraram, provaram criaram hipóteses. Com isso a comida vira ponte entre histórias, afetos e saberes. Com perguntas reais, encontros entre gerações e valorização da diversidade alimentar presente no nosso território.

Cada alimento, um mundo: nossa investigação cultural na Educação Infantil

O que uma receita pode contar? Saberes ancestrais?Culturas?Tradições?
Uma história indígena.
Uma herança africana.
Um saber de imigrante.
Uma tradição de avó.

Do cacau à cultura: nossa investigação alimentar;

O que um fruto pode contar?
O cacau, por exemplo, guarda histórias indígenas.
Carrega saberes africanos.
Atravessou oceanos, virou herança, virou afeto, virou identidade.

Inspiradas pelo Currículo da Cidade e suas Orientações Pedagógicas em Educação Alimentar e Nutricional, os bebês e crianças ddo nosso CEi mergulham em um grande projeto investigativo cultural – onde cada alimento virou ponto de partida para conhecer modos de vida, territórios e memórias.

 O que investigamos?

  • De onde vem o cacau? Quem cultivava ele primeiro?

  • Como diferentes culturas usam o cacau? (indígena, africana, europeia, brasileira)

  • O cacau vira o quê? (chocolate, cupulate, bebidas e muito mais…..

Levantamos hipóteses:

  • O que tem dentro?

  • O que dá pra fazer com ele?

 

Cultural porque…

  • Valoriza os saberes indígenas (o cacau já era usado pelos povos originários muito antes da colonização)

  • Reconhece a herança africana e a criatividade brasileira na transformação do cacau

  • Conecta a infancia com a diversidade real do mundo – do campo à cidade, da floresta à mesa

  • Escuta as famílias: cada casa tem um modo de comer, lembrar e sentir o cacau.

 

Nosso olhar está nas pessoas, nas tradições, nos territórios. Todos os bebês, crianças e famílias são acolhidas.

A descoberta de que um alimento pode carregar um continente de histórias – e que o cacau, antes de ser doce, é memória, cultura e encontro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *